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sexta-feira, 8 de março de 2013

Tomate Seco desidratado, como hidratá-lo. Fácil!

Você vai precisar de tomate seco desidratado ou o quanto desejar .. mais ou menos 400 gr

100 ml  de Azeite extra virgem de qualidade.
50 ml Vinagre de vinho branco
5 g Pimenta-do-reino
2 Alho
1 folha Louro
1 ramo Tomilho
1 Cebola

1 Deixe os tomates em água quente durante 20 minutos ou até ficarem macios. Se forem muito duros, ferva-os por alguns minutos em água.
2 Escorra e seque-os com papel absorvente.
3 Prepare uma marinada com o azeite, o vinagre, a pimenta-do-reino, o alho fatiado, o louro, o tomilho e a cebola cortada em juliana. Coloque os tomates secos em um recipiente e despeje a marinada sobre eles. Cubra com papel filme. Guarde na geladeira e use nas suas receitas

Importante
se vc quiser consumir na hora coloque todos os ingredientes em uma anela com agua o suficiente para cobrir os tomates e deixe em fogo baixo até ferver, apos fervura deixe mais un 5 m, espere esfriar e esta pronto.

Mantenha na geladeira de preferência 24 horas antes de usar para os tomates absorverem os vários sabores.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Pão simples, crocante e rápido

fonte: http://www.labna.it/ossi-del-ghetto.html#more-10164

Para 15/20 pãezinhos precisamos

3 xícaras de água morna
1 cubo de fermento fresco
1/2 colher de chá de açúcar
cerca de 1 kg de farinha ou farinha de trigo 00
3 colheres de chá de sal

Derreta um cubo de fermento em 3 xícaras de água morna e meia colher de chá de açúcar e deixe descansar por alguns minutos. Quando este líquido começar a fazer bolhas despeje em uma tigela grande e adicione a farinha, um pouco de cada vez, e três colheres de chá de sal.
Sove a massa até que fique lisa, mas não adicione mais farinha.
Cubra a massa e deixe crescer por uma hora, em seguida, divida-o em dois pães, cada pão deve ser enfarinhado cuidadosamente e depois deve ser cortado em pequenas bolinhass: aproximadamente 15 a 20 unidades no total.
Você pode fazê-los alongados pois a melhor parte é a crosta. E, sendo alongado voce aproveitará melhor a crosta crocante dos pães...
Coloque as bolas de massa  obtidas em uma assadeira coberta com papel manteiga e deixe-os crescer novamente por cerca de 20 minutos, em seguida, transferia- os em um forno pré-aquecido a 200 ° -220 ° e asse por cerca de meia hora.
Estes pães são deliciosos comidos algumas horas após assados, mas eu não recomendaria tentar mantê-los por muito tempo, porque eles perdem a sua crocância característica.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ERVAS PARA TEMPERAR

Como disse minha querida amiga Andréa Teixeira, esta é uma idéia "porreta"...Receita linda de ver e de comer (ou melhor temperar!)...Bora fazer...



Congelando dessa forma elas não escurecem não perdem sabor e nem o aroma :
Passos para Congelamento das ervas em azeite ou manteiga sem sal (derretida)
1.Escolher ervas frescas, de preferência do mercado ou o seu próprio jardim.
2.Se quiser você pode picá-las bem, ou deixá-las em ramos e folhas maiores. Na foto, as ervas foram finamente picadas.
3.Colocar em bandejas de cubos de gelo (cerca de 2/3 cheio de ervas).
4.Você pode misturar as ervas (sálvia, tomilho, alecrim).
5.Colocar azeite extra-virgem de oliva ou manteiga derretida sem sal sobre as ervas.
6.Cobrir com filme plástico e congelar.
7.Remove os cubos congelados e armazenar em recipientes ou sacos pequenos de congelamento.
8.Não esqueça de etiquetar cada embalagem ou o saco com o tipo de erva (e óleo) dentro!
9. Usar em assados, batatas cozidas, etc
Esta receita eu peguei aqui...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Penne Pérola Negra

Gente, 2011 não está uma loucura? Muito trabalho aqui no Studio Liutai...e daí a cozinha acabou ficando um pouco, digamos...parada por esses dias....Por isso demorei para postar esta receita para nosso amigo violoncelista Avelar que mora na maravilhosa cidade de Aracaju no Sergipe..Semana passada ele fez uma visita aqui na Cozinha do Studio Liutai e me escreveu o seguinte:

" Descobri que você é craque em culinária.
Eu não manjo nada, mas admiro.
Sou ovo-lacto-vegetariano, algumas vezes tenho dificuldades, pois os restaurantes capricham nos cardápios para quem come as carnes.
 Mande-me algo de sua arte para esse poeta do mato que já não mais devora os bichos"
 Abraços,
 Avelar.

O violoncelista Avelar, além de um cliente é um amigo! Ele tem um site que mantém junto com um amigo sobre contos, poemas e poesias. Vale a pena visitar o site dele é o VELA CARIRI...

Então meu amigo esta postagem é para você e para todos os vegetarianos de plantão, eu tirei da Revista Prazeres da Mesa, é uma receita simples, rápida e deliciosa...espero que goste! 

(foto: Revista Prazeres da Mesa) 
Para os ingredientes eu usei:
200 g de penne de grano duro.
300 g de tomates maduros sem a pele e sem as sementes
40 g de azeitona preta
10 unidades de mussarela de búfala (tipo cerejinhas de leite)
3 dentes de alho picados
1 cálice de vinho branco seco
Azeite e sal a gosto
Folhas de manjericão
Queijo pecorino romano a gosto, se preferir pode usar um bom parmesão ralado na hora

Em uma panela apropriada eu fervi  água, salguei, acrescentei a massa e acompanhei o cozimento.
Feito isso, piquei os tomates em cubos médios (retirei a pele e as sementes). Piquei as azeitonas pretas em cubos pequeninos e reservei.
A mussarela de búfala basta parti-las ao meio e reservar o soro.
Quando estiver faltava aproximadamente 2 minutos para terminar o cozimento da massa, dourei em azeite o alho  em uma frigideira própria para salteá-lo.
Adicionei o vinho e deixei evaporar.
Acrescentei o tomate, as folhas de manjericão, as azeitonas e uma pitada de queijo pecorino romano ralado.
Escorri o macarrão e despejei imediatamente na frigideira.
Acrescentei as mussarelas de búfala sem o soro, salteando até misturar bem.
 Dispus a massa no prato, acrescentei mais uma pitada de queijo pecorino ralado e decorei com folhas de manjericão.
Fundamental é servir este prato junto de uma taça de vinho...e controlar a gula pois ela é uma delícia!

Ps: Só não deu tempo de fazer uma foto original pois quando lembrei de pegar a máquina fotográfica já tinhamos comido tudinho..

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Culinária Lombarda







Segunda maior cidade da Itália, a cidade de Milano (Milão) com sua vida frenética está sempre sob os holofotes, apesar de não ter o mesmo charme da Toscana e nem a importância histórica de Roma.
Na cozinha lombarda nasceram clássicos que se eternizaram na gastronomia local e ultrapassaram limites geográficos. Um exemplo desse poder de alcance é o panetone, doce milanês criado no século XV, que se tornou um símbolo natalino.
Para conhecer melhor a rica cozinha da Lombardia, é preciso ir além da capital. Rumo ao sul, em direção ao rio Pó, encontram-se uma paisagem repleta de campos e uma vasta planície de risaie, as plantações de arroz.
Cremona é uma comuna italiana da região da Lombardia, província de Cremona, com cerca de 72.267 habitantes e estende-se por uma área de 70 km².

A cidade de Cremona é famosa por ser a terra de Antonio Giacomo Stradivari (também conhecido pelo nome em latim Antonius Stradivarius), célebre liutaio  italiano famoso por seus violinos e instrumentos de corda. Além de Stradivari, outros famosos liutai são de Cremona: Nicolò Amati, Andrea Amati, Andrea Guarneri, Pietro Guarneri, entre tantos outros liutaios que nasceram, trabalharam e viveram em Cremona.


Antonio Stradivari viveu em Cremona entre 1644 e 18 de dezembro de 1737. 

 Claudio Monteverdi também nasceu  em Cremona, ele foi compositor, maestro, cantor e gambista  sua música e suas óperas. Monteverdi foi um dos responsáveis pela passagem da tradição polifónica do Renascimento para um estilo mais livre, dramático e dissonante, baseado na monodia e nas convenções do baixo contínuo e da harmonia vertical, que se tornaram as características centrais da música dos períodos seguintes, o Maneirismo e o Barroco.
Cremona é uma cidade atravessada pelo rio Po, importante via fluvial usada desde os tempos medievais para o tráfego e o comércio. Está localizada numa área rica e fértil, famosa por suas carnes, frutas, verduras, castanhas e amêndoas.

A Catedral de Cremona é uma das maiores e mais bonitas catedrais da Itália, com uma torre (il Torrazzo) de aproximadamente 110 metros de altura, a mais alta de toda a Itália.

Catedral de Cremona, Duomo.

As frutas produzidas em toda a região constituem a base de uma das receitas mais famosas da Italia, uma tradicional receita lombarda: a Mostarda di Cremona, baseada em frutas cítricas (geralmente utiliza-se cerejas, pêras, marmelos, tangerinas, figos, damascos e pêssegos), açúcar e óleo essencial de mostarda, esta mostarda é geralmente picante com um sabor agridoce.. A popular e apreciada mostarda Cremonesa é usada combinada com  pratos salgados, enriquece recheios de massas e faz ótima companhia a queijos e cozidos de carnes. Em breve postarei uma receita desta mostarda deliciosa. Aguardem!
Na despensa Lombarda voce irá encontrar:

Bresaola - carne bovina crua, salgada e curada. Servida fatiada em lâminas com gotinhas de limão e azeite de oliva;
Grana Padano - queijo maravilhoso e muito requisitado nos melhores restaurantes italianos ao redor de todo o mundo. Foi criado no Séc. XII por monges da Abazzia de Chiaravalle, abadia nas imediações de Milão, com um propósito muito prático: evitar o desperdício do abundante leite disponível no monastério. Este queijo tem a consistência granulosa (daí o nome grana) e sabor suave.  




Mascarpone: Cremoso de cor branca, esse queijo é feito a partir de leite de vaca produzido na provincia de Lodi, desde o século 16. Hoje em dia é encontrado em todas as regiões da Itália e muito facilmente aqui no Brasil. Tem um uso variado na cozinha, desde molhos, recheios de massas e a tradicional e maravilhosa sobremesa: Tiramisú.







Polenta: é mais comum nas mesas lombardas do que próprio macarrão. 
continua.......

ITALIA, ITALIA MIA!!

Não tem como falar em comida sem falar em comida italiana. A autêntica culinária italiana é feita de momentos simples, eu a considero simplesmente fascinante  e muito saborosa.... Por isso, a partir de hoje vou postar uma série totalmente dedicada a cultura italiana, seus temperos básicos, o ritual à mesa e a técnica de preparo das receitas essenciais que entram na composição de muitos pratos que irei postar.

Vá bene, esta cozinha da simplicidade, da beleza, do aroma e do sabor tem origem na grande variedade e qualidade de ingredientes locais usados de modo criativo.
Os italianos surpreendem com receitas que vão muito além da macarronada e da pizza. Este povo tem uma profunda ligação com sua pátria, com seus costumes e, sobretudo com a comida típica de seu local de origem.
O ritual das refeições
Receitas servidas em etapas revelam o prazer de estar à mesa. A pressa não combina com almoçar ou jantar na Itália. No dia a  dia, um almoço ou jantar une no mínimo três etapas: “antipasto” (antepasto), “primo piatto” (primeiro prato) e secondo piatto (segundo prato) com uma guarnição (normalmente, legumes ou verduras), de preferência saboreados na companhia de um bom vinho local. Para arrematar, pede-se fruta ou doce (ou ambos), além do café (é claro!!). Em situações formais ou de celebrações, a esta deliciosa digamos, teia alimentar,  podemos incluir também a degustação de queijos e frios, num total de sete etapas!!! E, daí? Já está com água na boca?
Vamos conhecer o Antipasto: assim como no Brasil o antepasto é feito de pequenas porções mornas, frias ou a temperatura ambiente que funciona como um “tira-gosto” que deve ser consumido com moderação, digamos que seja para abrir o apetite. Pode-se servir folhas verdes, cogumelos recheados, legumes grelhados, azeitonas carnudas, embutidos fatiados, frutos do mar, pães e saladas são os “antipasti” preferidos.
A seguir, o “primo piatto” que são massas ou risotos, não mais de 100 g por pessoa. Nesta etapa também pode-se servir polentas, panquecas, sopas (minestras) ou caldos. É uma etapa dedicada aos deliciosos carboidratos. Haja controle para comer apenas 100g,  mas vale a experiência pois senão você não vai conseguir passar por todas as etapas, ok?
Depois do tempo necessário para apreciar e degustar o primeiro prato, reverenciar sua passagem  com um pouco de vinho e reagrupar as papilas gustativas, o segundo prato será trazido à mesa.

O “secondo piatto” é dedicado as proteínas: carnes, ovos, peixes acompanhados de guarnições como legumes cozidos, cogumelos variados e saladas. Você pode substituir o “secondo piatto” por uma porção de queijos. O queijo também pode ser servido com a fruta. Agora para encerrar este saboroso ritual você pode optar por comer um “dolce” (doce), café e uma bebida digestiva como licor.
Numa refeição italiana não existe o prato principal. Com raras exceções- ossobuco e risotto, por exemplo, que são servidos como um único prato, à moda milanesa-, um único prato dominante é algo que contraria o comer à italiana, que como você viu, consiste em avançar ao longo de uma interessante e equilibrada sucessão de pequenos pratos dentre os quais, os principais, nunca são servidos lado a lado.
Uma refeição italiana é uma seqüência viva de sensações, alternando o crocante com macio e maleável, o picante com o suave, o essencial com o supérfluo, o elaborado com o simples.
Dedicar a uma refeição o tempo que lhe dedicam os italianos equivale a compartilhar sua inesgotável capacidade de transformar a vida em arte.


Para ampliar basta clicar na imagem

Este poster lindérrimo pode ser adquirido no site do autorhttp://www.antoinecorbineau.com